PORTIFÓLIO DO DIEGO

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Trabalho e Sociabilidade


 

A educação para além do capital

 

Reflexão
Para que aja um ensino de melhor valia e necessário que os professores quebrem a idéia de educar seus alunos com o ensino alienado, a mutação na educação e de extrema necessidade, devido ao fato de que tudo e todos nos estamos em constantes mudanças e aperfeiçoamentos. A idéia onde professores dizem e os alunos aceitam sem questionar não pode ser considerada uma boa forma de ensinar, pois desta forma os alunos não conseguem ter a idéia de questionar suas duvidas ou ate mesmo expor suas idéias.
Esta idéia de questionar não e interessante para o sistema capitalista, pois consegue desestruturar a idéia alienada do sistema.A educação de qualidade e de mais questionamentos hoje no Brasil precisa ser aplica pois é com a educação que surgem as possibilidades de quebra deste sistema.
O importante e que todos profissionais da educação entendam e façam sua parte multiplicando a idéia de um pais melhor juntamente com um ensino melhor e de uma população mais questionadora e mais sabia.

Resenha

O ensaio A educação para além do capital, escrito por István Mészáros para a conferência de abertura do Fórum Mundial de Educação, realizado em Porto Alegre, no dia 28 julho de 2004 visa compreender a educação que é passada aos alunos de uma maneira alienada, educação esta transmitida aos alunos por intermédio dos professores que também tiveram uma formação alienada.
Esta obra faz uma ligação desta imutabilidade dentro da educação com a questão do capitalismo, este por sua vez não possibilita mudanças dentro de seu sistema já estabelecido e dentro da educação não seria diferente, pois, todo o regimento da sociedade e questões que á perpassam são participantes deste sistema capitalista.
Mas no texto, Mészáros se limita a entender a influência capitalista no mundo educacional, ressaltando que quaisquer mudança que ocorra dentro deste regimento tem de ser acompanhada, porque no âmbito educacional que se correlaciona com a emancipação humana também ocorre um bloqueio neste progresso que Marx defendia, com a força que a emancipação poderia tomar no caso, através da educação, o capitalismo não ficaria ameaçado, pois, se trata de um sistema fortemente já estagnado, mas, encontraria algumas ‘’dificuldades e resistências’’ com este progresso. Este progresso prega uma ampla visibilidade á ser passada para as pessoas quebrando assim esta alienação que se é praticada historicamente.
Para este novo meio de se passar á educação, teria que acabar com algumas legitimações existentes dentro da sociedade. O fim deste domínio alienátorio, acarretaria na quebra deste sistema que visa reinar em favor do capital. Isto confere em analisar a educação por dois meios: a educação como é a grande fonte de visibilidade para a manutenção da ordem social do capital, mas uma vez um exemplo de que a educação é utilizada para meios alienátorios dentro da sociedade, por este motivo que tende-se á observar á educação para além do capital.
Sobre estes meios Mészáros retoma a idéia de Marx:a teoria da alienação e chega a conclusão de que a educação não pode contra o forte sistema capitalista e até mesmo qualquer mudança proposta dentro do âmbito da educação emancipadora já seria uma estratégia do capital para a consolidação de sua eterna perpetuação e de que a mudança do sistema capitalista, não seria a solução de todos os problemas vigentes na sociedade.
Ainda no texto, o autor afirma que a educação é vital, pois, é com a educação que surgem as possibilidades de quebra deste sistema. Este fato acaba por colocar a educação como um dos pilares para esta emancipação humana.
Como não é apenas desconfigurar o sistema, mas sim, dar consolidação á outra vertente que possibilite o firmamento desta nova educação, está mudança no sistema educacional é de grande valia dentro de qualquer movimento que tente esta reforma dentro do âmbito da emancipação humana.
Este processo mutatório, segundo o autor, visa um novo método que quebre o círculo vicioso que é proporcionado pelo capital de forma consistente, isto acarretaria na libertação de tudo o que já é pré-estabelecido pelo sistema capitalista, com isto, o indivíduo teria total amplitude em seus conhecimentos para refletir á respeito de qualquer vertente da sociedade, sem ter sido antes alienado. Mészáros ressalta ainda que é neste sentido que a educação institucionalizada pode contribuir para a superação do capital acarretando assim á tão almejada emancipação o que está relacionado com o progresso e com as trocas de informações da educação com as próprias experiências de vida do indivíduo.
Esta reforma trata de um novo meio para se fazer educação, pondo um fim no meio de ensino alienatório, reforma esta, que não seria apenas o fim do capitalismo, mas, sim um novo olhar que o indivíduo terá sobre a sociedade em que se está inserido.
Para seu melhor funcionalismo, esta reforma partiria dos princípios gerais, teria que ser empregue uma visão geral e ampla de todas as questões existentes nos meios sociais, sem haver nenhum tipo de limitação para com o indivíduo. Assim a educação tomaria á frente da superação total do capital, ou seja, é contra a alienação do capital que a educação tem que ser aplicada de forma geral. Esta reforma acarretaria em uma ‘’automudança’’ dos indivíduos que concretizariam esta nova ordem social, eles conduziriam suas vidas de forma mais consciente e menos delimitada. Seria uma vida voltada para as necessidades humanas e não pelas necessidades artificiais legitimadas pelo capitalismo.
É nesta mudança radical que Mészáros aposta que é o caminho da construção de um novo modelo social totalmente diferente do modelo capitalista, a amplitude da educação e do trabalho como atividade humana, não condicionadas apenas para o capital, mas, sim para o ser crescer enquanto pessoa, á partir deste entendimento vindo da educação emancipadora, que o indivíduo passará á legitimar este novo modelo de sociedade.


Referência:
MÉSZÁROS, István; A Educação Para Além Do Capital.



Taylorismo

Em 1911, o engenheiro norte-americano Frederick W. Taylor publicou “Os princípios da administração científica”, ele propunha uma intensificação da divisão do trabalho, ou seja, fracionar as etapas do processo produtivo de modo que o
trabalhador

desenvolvesse tarefas ultra-especializadas e repetitivas. Diferenciando o trabalho intelectual do trabalho manual. Fazendo um controle sobre o tempo gasto em cada tarefa e um constante esforço de racionalização, para que a tarefa seja executada num prazo mínimo. Portanto, o trabalhador que produzisse mais em menos tempo receberia prêmios como incentivos.

Fordismo


O norte-americano Henry Ford foi o primeiro a pôr em prática, na sua
empresa “Ford Motor Company”, o taylorismo. Posteriormente, ele inovou com o processo do fordismo, que, absorveu aspectos do taylorismo. Consistia em organizar a linha de montagem de cada fábrica para produzir mais, controlando melhor as fontes de matérias-primas e de energia, os transportes, a formação da mão-de-obra. Ele adotou três princípios básicos;

1)
Princípio de Intensificação: Diminuir o tempo de duração com o emprego imediato dos equipamentos e da matéria-prima e a rápida colocação do produto no mercado.
2)
  Princípio de Economia: Consiste em reduzir ao mínimo o volume do estoque da matéria-prima em transformação.
3)
  Princípio de Produtividade: Aumentar a capacidade de produção do homem no mesmo período (produtividade) por meio da especialização e da linha de montagem. O operário ganha mais e o empresário tem maior produção.



Referência

http://www.brasilescola.com/geografia/taylorismo-fordismo.htm

































































 

O Toyotismo


A nova organização do trabalho foi implantada progressivamente, nas duas décadas de 1950 a 1970, na Toyota. Tem uma dupla origem: primeiramente, as empresas japonesas precisavam ser tão competitivas quqanto as americanas, e depressa, sob pena de desaparecerem. Em 1945, logo após a derrota japonesa e no momento da ocupação aliada, o presidente da Toyota, Kiichiro Toyoda, declara que é vital alcançar os norte-americanos em três anos, sem o que será o fim da indústria automobilística japonesa.
A segunda origem é a necessidade de aplicar o fordismo no Japão, mas conforme as condições próprias do arquipélago. Kiichiro Toyoda escreve, já em 1933:
       Quanto ao método produtivo, tiraremos partido da experiência norte-americana de produção em série. Mas não o copiaremos. Vamos lançar mão de nosso potencial de pesquisa e criatividade para conceber um método produtivo adaptado à situação de nosso país.
Taiichi Ohno, que foi por muito tempo vice-presidente da Toyota e é considerado o pai do Toyotismo, acrescenta: Creio que foi essa a origem da idéia do tempo justo (Just-in-time).

Em que consistem os novos métodos de produção?
Pode-se resumi-los em seis pontos:
1.    A produção é puxada pela demanda e o crescimento, pelo fluxo. No sistema fordista, a meta era produzir o máximo, em grandes séries. Vender era tarefa do departamento comercial. No Japão isso não é rentável. É preciso produzir muitos modelos, cada um em pequena quantidade, e é a demanda que deve fixar o número de veículos de cada modelo. O sistema baseia-se um pouco no exemplo dos supermercados: enchem-se as prateleiras, os clientes vêm se servem e, conforme fazem as compras, a loja volta a encher as prateleiras. Assim, a empresa só produz o que é vendido e o consumo condiciona toda a organização da produção. Para simplificar: existe um estoque mínimo de veículos apresentados aos clientes; estes escolhem seus carros; a Toyota então reconstitui o estoque em função do que foi vendido; produz os carros que faltam; mas, para isso, precisa dos componentes específicos dos modelos comprados; retira-se dos estoques; as indústrias de autopeças renovam então as reservas esgotadas; também elas devem ter peças e se aprovisionam em estoques previamente constituídos; e assim por diante. Dessa maneira, a produção é puxada pela demanda e o crescimento, pelo fluxo.
2.   A carência de espaço no Japão e a obrigação de ser rentável incitam a Toyota a combater todo o desperdício. A empresa decompõe o trabalho de uma fábrica em quatro operações:
- transporte
- produção propriamente dita
- estocagem
- controle de qualidade
Dessas atividades, apenas a produção agrega valor ao produto. As outras, embora indispensáveis, não agregam valor. Representam custos, e portanto é preciso limitar ao máximo o tempo de transporte, estocagem e controle de qualidade. Eis por que a máxima fluidez da produção é o objetivo supremo. Ela significa situar tanto quanto possível as operações uma ao lado da outra, limitar o transporte no espaço, mas multiplicá-lo no tempo, evitar que se formem estoques em qualquer ponto da cadeia. O único estoque realmente tolerado é a reserva por onde escoa o fluxo da cadeia.
3.   A flexibilidade do aparato produtivo e sua adaptação às flutuações da produção acarretam a flexibilização da organização do trabalho. O parcelamento das tarefas do fordismo já não é suficiente. As operações essenciais do operário passam a ser, por um lado, deixar as máquinas funcionarem e, por outro, preparar os elementos necessários a esse funcionamento de maneira a reduzir ao máximo o tempo de não-produção. Assim, rompe-se a relação um homem/uma máquina. Na Toyota, desde 1955 um trabalhador opera em média cinco máquinas. Enquanto quatro delas funcionam automaticamente, ele carrega, descarrega, prepara a quinta. Se há duas máquinas para operar ao mesmo tempo, ele chama um colega. Isso tem duas conseqüências imediatas: o trabalho não é mais individualizado e racionalizado conforme o taylorismo; é um trabalho de equipe; a relação homem-máquina torna-se a de uma equipe de operários frente a um sistema automatizado; em segundo lugar, o trabalhador deve torna-se polivalente para operar várias máquinas diferentes em seu trabalho cotidiano, mas também para poder ajudar o colega quando precisa.
4.   Para organizar concretamente a produção instala-se o kanban. É uma espécie de placa que indica muitas coisas, porém a mais importante é a peça ou elemento ao qual está ligada. Assim, quando a equipe precisa de um painel na reserva. Nesse momento, retira o kanban da peça empregada. Este volta ao departamento que fabrica painéis. Essa unidade sabe então que precisa reconstituir o estoque esgotado. Portanto, o kanban serve antes de mais nada como senha de comando. Mas na organização flexível da produção, puxada pela demanda, é um método rápido, fácil e essencial.
5.   O objetivo da Toyota é produzir muitos modelos, mas cada um em série reduzida. Isso quer dizer que uma mesma linda de montagem deve produzir veículos. Cada vez que há um novo modelo, é preciso mudar as máquinas, adaptá-las. Mas isso exige tempo, no início muito tempo. É um obstáculo de vulto à implantação di sistema Toyota. Fabricar vários modelos diferenciados e não um só modelo é uma vantagem. Porém se são necessárias quatro horas para adaptar os instrumentos torna-se inconveniente. É mais interessante realizar de uma só vez a produção mensal e de um modelo, só depois modificar os instrumentos e passar ao modelo seguinte. Mas isso é puro fordismo. Está em contradição com o ponto 1, a produção puxada pela demanda. E o professor Shigeo Shingo resolve o problema, em 1969, graças ao SMED, single minute echange die. Pouco a pouco, ele consegue reduzir o tempo de adaptação de uma máquina – por exemplo uma prensa de mil toneladas – de quatro horas para três minutos. Ele baseia-se no princípio de que é preciso preparar ao máximo, antecipadamente, as operações de mudança, para reduzir ao mínimo a intervenção no momento em que a máquina está parada.
6.   Muito já se falou da importância do conjunto da linha de produção na indústria automobilística. Se os fabricantes japoneses são mais competitivos, devem sê-lo em toda a linha. Em vez de aprofundar a integração vertical, como as empresas norte-americanas, eles desenvolvem relaçõies de subcontratação com fornecedores de autopeças. Os fabricantes de autopeças são empresas à parte, embora as montadoras as mantenham sob controle por meio de participações de capital, ajuda em investimentos e a incorporação em associações dos subcontratados titulares de cada empresa automobilísticas. A Toyota impõe aos fornecedores seu sistema de produção: máxima flexibilidade, obrigação de instalar-se em um raio de 20 km de suas fábricas, para reduzir o transporte, emprego do kanban dentro da fábrica de autopeças e ente esta e a Toyota. Aproveitando as condições mais penosas de trabalho nas subcontratadas (os custos salariais são geralmente 30 a 50% inferior), a montadora fixa as condições de preço, prazo e qualidade dessas empresas, de modo a produzir veículos abaixo custo, Just-in-time e de qualidade impecável. É um aspecto fundamental da vantagem dos fabricantes japoneses na concorrência.
Se fosse para resumir o sistema toyotista em uma frase, diríamos que é um sistema de organização da produção baseado em uma resposta imediata ás variações da demanda e que exige, portanto, uma organização flexível do trabalho (inclusive dos trabalhadores) e integrada. Freqüentemente também se caracteriza o toyotismo pelos cinco zeros:
 - Zero atrasos:  a demanda puxa a produção, o fluxo comanda o crescimento; um cliente não deve esperar para comprar um carro;  - Zero estoques: só são permitidas as reservas de base;  - Zero defeitos: cada posto de trabalho controla a qualidade do trabalho do posto de trabalho precedente;  - Zero panes: as máquinas nunca são usadas com capacidade plena e são escolhidas não em função de seu avanço técnico, mas de sua função na cadeia; para uma operação simples é preferível uma máquina simples;  - Zero papéis: o kanban reduz bastante as ordens administrativas e a papelada em geral.

GOUNET, Thomas (1999) Fordismo e Toyotismo na Civilização do Automóvel. São Paulo, Editora Boitempo.

 Sobre outros temas

A importância do senso crítico


O ser humano é crítico por natureza, o senso crítico é um atributo da inteligência humana, é a capacidade de não se guiar pelas aparências, de perceber que as coisas não são necessariamente como parecem ser à primeira vista, de investigar em profundidade o significado daquilo que nos acontece, que observamos, ouvimos ou lemos em algum lugar, e que vai orientar as nossas escolhas e os atos que praticamos. Voltando a história, o homem acreditava que o fogo era uma manifestação da ira dos deuses, mas observou e por fim descobriu que o fogo é uma forma de energia. Toda a informação acumulada pela cultura humana até hoje está, em maior ou menor grau, interiorizado por todos nós e é a ferramenta pela qual exercitamos e desenvolvemos o nosso senso crítico.
O problema é que há também um movimento no sentido inverso, de anulação desse senso crítico da parte de quem não tem interesse pelo avanço da humanidade como seres conscientes, devido ao pensamento individualista.
A desvalorização do profissional da Educação, o descaso com as disciplinas humanísticas que estimulam o senso crítico, o baixo nível da programação da TV, os baixos índices de leitura, são causa e sintoma desse processo de bestialização e rebaixamento da condição humana
.



Educação no Brasil

Assim como todos sabem a educação é fundamental na formação de nossas crianças onde somente através de educação é que os nossos jovens terão a oportunidade de futuramente se tornar exímios cidadãos brasileiros com ótimas oportunidades.
E neste quesito o Brasil deixa muito a desejar já que a grande maioria dos nossos jovens e crianças não tem acesso a educação de qualidade onde o problema é tão grave que serve de tema de redação para os diversos vestibulares brasileiros.
Esses temas não são somente aplicados em vestibulares e sim em vários exames, e a maior parte desses temas são aplicados para que todos possam expressar as suas idéias e seus conhecimentos para que assim cada um pode dizer o que realmente acha da educação e da maneira como ela é aplicada em nosso país.
E desta forma cada um pode expressar o seu ponto de vista em relação a este assunto no qual é muito discutido e pouco se faz, e quem sabe por meio destes textos as autoridades não podem tomar algumas das providencias para que assim o esquema da educação em nosso país possa mudar alguma coisa ou quem sabe sofrer uma leve melhora.
No entanto o que todos nós esperamos é uma qualidade a mais na educação das crianças já que as mesmas são o futuro do nosso país, e por isso todos devem receber uma qualidade a mais de ensino no qual devem ser contratados professores realmente capacitados no qual estão dispostos a ensinar e tirar todas as duvidas dos alunos.
Pois somente desta forma os alunos poderão ter um futuro melhor no qual acabam pagando gosto pelo estudo no qual se dedicam a cada dia mais para que no futuro possa ser alguém e ter uma profissão boa ou até mesmo aquela que já faz parte do seu projeto de vida.
E por esses e outros motivos que a grande maioria das redações falam sobre a precariedade do ensino publico no Brasil no qual tentam mostrar que a educação é uma ferramenta indispensável para a transformação de uma sociedade.
No entanto o que esperamos é que as autoridades dêem uma atenção maior para o quesito ensino, já que podemos notar a cada dia que passa que o mesmo esta se tornando cada vez mais precário e desta forma são poucos aqueles que terão uma ótima oportunidade no mercado de trabalho.
A educação é a principal peça para o desenvolvimento de um determinado país, tanto econômico quanto social. Infelizmente o Brasil não tem uma educação de qualidade, muito pelo contrario, o nosso país está atrás de países considerados subdesenvolvidos em relação a esse quesito.
Isso acontece porque não há um grande investimento na área da educação, e o que tem, não é suficiente para atender as diversas necessidades e carências dessa área. Outro grave problema é que muitas crianças que deveriam estar na escola se encontram nas ruas e no trabalho infantil.
Há ma qualificação e o baixo salário dos professores contribui para que a educação no Brasil seja de má qualidade. Esperamos que esse quadro viesses a mudar, pois somente pela educação que poderemos transformar o país em que vivemos.




Dia do professor: o que temos a comemorar?

Valter Machado da Fonseca

Neste dia 15 de outubro comemora-se o dia do professor. Mas, aqui cabe a indagação: o que comemorar? É com tristeza e decepção que refletimos sobre nossa profissão e chegamos à desoladora conclusão que não temos nenhum motivo para qualquer comemoração.
A profissão docente tem sido enxovalhada, colocada em segundo plano, enquanto a educação tem sido sistematicamente, transformada em mera mercadoria a serviço do lucro. É notório que toda a sociedade passa, necessariamente, pela escola e, conseqüentemente, pelas mãos dos professores. No entanto, esta honrada profissão é humilhada, subjugada, como se fosse um mero acessório, um bem descartável a serviço da reprodução do capital. Os governos e os "especialistas" dos currículos das escolas, em todos os níveis, vêm substituindo os conteúdos necessários para a compreensão do mundo, para o enfrentamento da vida, por valores superficiais e/ou meramente técnicos.  A escola tem sido transformada em mais uma ferramenta que serve apenas para capacitar para o mercado de trabalho. É a "lógica" da técnica substituindo os valores humanos. Esta é a escola do século XXI que se preocupa com a formação dos sujeitos apenas para saciar a ganância da mais valia e não para prepará-los para enfrentar sua aventura maior: o mundo, a vida.
Por isso as disciplinas que tratam das ciências humanas, como a Filosofia, Geografia, Artes, Antropologia e a Sociologia, dentre várias outras, têm sido relegadas a segundo plano. As disciplinas que tratam dos valores humanos são perigosas para os detentores do poder político, pois elas ensinam os sujeitos a pensar e, ao capital, aos donos do poder não interessam formar sujeitos pensantes, pois estes vão questionar seu poder, sua "justiça", seus valores hipócritas, oriundos da sociedade do consumo e do culto ao supérfluo, ao descartável. Trata-se da relação saber/poder, conforme enfatiza Michel Foucault em sua "Microfísica do Poder".
Dentro desta lógica, a profissão docente é subjugada aos anseios dos donos do poder. A eles interessam a formação de professores que não pensam, não questionam. Interessam a eles formar professores "enlatados", "enquadrados", "acomodados" dentro de seus projetos de perpetuação do modelo de reprodução do capital, de manutenção do status quo da ganância exponencial da mais valia capitalista. Seguindo esta lógica, a formação de professores para atender uma educação que, a cada dia mais, se transforma em mercadoria, também têm que se submeter aos salários aviltantes do mercado da "indústria do vestibular", dos governos capituladores, ou dos grandes grupos inter/multi/transnacionais que tomam conta das escolas e das universidades brasileiras.
Por fim, neste dia 15 de outubro, mesmo não tendo o que comemorar, fica o convite aos colegas professores: vamos partir para uma séria reflexão sobre a nossa prática em sala de aula e nossa profissão. Faz-se urgente que ergamos a cabeça e comecemos a olhar a escola para além de seus muros, repensando seu papel social. Faz-se urgente que entendamos nosso papel enquanto sujeitos formadores de valores éticos, morais e de sujeitos que podem ser agentes, cidadãos transformadores da dura realidade socioeconômica e cultural em que vivemos. É urgente que percebamos qual é o nosso relevante papel, no interior de uma sociedade cada vez mais carcomida, deteriorada pela imoralidade em todos os níveis e que caminha, a passos largos, para a barbárie. Vamos passar a limpo nossa profissão e a escola no Brasil, visando à formação de sujeitos que sejam agentes de transformação social, ao longo de um processo histórico e cultural.  


Esse texto retrata atualmente a educação principalmente em Minas Gerais. Com esse texto creio que, para continuar a ser professor (a) tem-se um amor incondicional que nos faz acreditar nessa missão.
Ser professor (a) é ter em mãos a própria educação, e lutar dentro e fora das salas por um país com um principio educacional, pois acredito que só assim as pessoas tornariam cidadãos de verdade e com consciência.


Música crítica sobre o sistema educacional das escolas públicas


Estudo Errado

Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra aceitar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando espiando colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero jogar botão, vídeo-game, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu "vá pra aula!" e "estude!"
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada
A diversão é limitada e o meu pai não tem tempo pra nada
E a entrada no cinema é censurada (vai pra casa pirralhada!)
A rua é perigosa então eu vejo televisão
(Tá lá mais um corpo estendido no chão)
Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que éinflação
- Ué não te ensinaram?
- Não. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil
Em vão, pouco interessantes, eu fico pu..
Tô cansado de estudar, de madrugar, que sacrilégio
(Vai pro colégio!!)
Então eu fui relendo tudo até a prova começar
Voltei louco pra contar:
Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Decoreba: esse é o método de ensino
Eles me tratam como ameba e assim eu num raciocino
Não aprendo as causas e conseqüências só decoro os fatos
Desse jeito até história fica chato
Mas os velhos me disseram que o "porque" é o segredo
Então quando eu num entendo nada, eu levanto o dedo
Porque eu quero usar a mente pra ficar inteligente
Eu sei que ainda num sou gente grande, mas eu já sou gente
E sei que o estudo é uma coisa boa
O problema é que sem motivação a gente enjoa
O sistema bota um monte de abobrinha no programa
Mas pra aprender a ser um ingonorante (...)
Ah, um ignorante, por mim eu nem saía da minha cama (Ah, deixa eudormir)
Eu gosto dos professores e eu preciso de um mestre
Mas eu prefiro que eles me ensinem alguma coisa que preste
- O que é corrupção? Pra que serve um deputado?
Não me diga que o Brasil foi descoberto por acaso!
Ou que a minhoca é hermafrodita
Ou sobre a tênia solitária.
Não me faça decorar as capitanias hereditárias!! (...)
Vamos fugir dessa jaula!
"Hoje eu tô feliz" (matou o presidente?)
Não. A aula
Matei a aula porque num dava
Eu não agüentava mais
E fui escutar o Pensador escondido dos meus pais
Mas se eles fossem da minha idade eles entenderiam
(Esse num é o valor que um aluno merecia!)
Íííh... Sujô (Hein?)
O inspetor!
(Acabou a farra, já pra sala do coordenador!)
Achei que ia ser suspenso mas era só pra conversar
E me disseram que a escola era meu segundo lar
E é verdade, eu aprendo muita coisa realmente
Faço amigos, conheço gente, mas não quero estudar pra sempre!
Então eu vou passar de ano
Não tenho outra saída
Mas o ideal é que a escola me prepare pra vida
Discutindo e ensinando os problemas atuais
E não me dando as mesmas aulas que eles deram pros meus pais
Com matérias das quais eles não lembram mais nada
E quando eu tiro dez é sempre a mesma palhaçada
Refrão
Encarem as crianças com mais seriedade
Pois na escola é onde formamos nossa personalidade
Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância aexploração e a indiferença são sócios
Quem devia lucrar só é prejudicado
Assim cês vão criar uma geração de revoltados
Tá tudo errado e eu já tou de saco cheio
Agora me dá minha bola e deixa eu ir embora pro recreio... 



Seminários


O Taylorismo foi uma revolução nos meios de produção, criado por Freerick Taylor que lançou uma ova filosofia revolucionárias nos meios de produção.
Taylor publicou “Os princípios da administração cientifica “,  onde expos suas concepções de trabalho, Taylor teve a idéia  de separar o trabalho por funções onde cada um tinha sua função e seu trabalho se torna repetitivo, mas por outro lado se torna mas eficiente.  Taylor acreditava na especialização de função.
A idéia era ter um trabalho mais mecânico e rápido onde não se exigia muito o raciocínio, para ter então eficiência e o trabalho manual, e com isso ganhava tempo  por cada tarefa realizada, mais produção .
A idéia de Taylor era o aumento de capital, então era prometido prêmios para os operários que desenvolvessem mais as suas tarefas.
Organizando o trabalho e o fragmentando aumentava a excelência e sua produtividade.
Algumas características do Taylorismo:

- Racionalização da produção.
- Economia de mão-de-obra.
- Aumento da produtividade no trabalho.
- Corte de “gestos desnecessários de energia” e de “comportamentos supérfluos” por parte do trabalhador.
- Acabar com qualquer desperdício de tempo.

O Fordismo foi criado pelo Americano Henry Ford, é o mesmo da fabricante de carros da Ford “Motor Company Ford.” Ele foi o primeiro a usar, por em prática o taylorismo.
Ford inovou a idéia de Fordismo e Taylorismo usando as melhores idéias dos dois sistemas  e incorporando uma melhor organização de matérias primas e produtos, os gastos de mão-de-obra, energia para fabricar os produtos e uma expecialização dos operários.
Os pontos mais fortes que Ford pensou foi: Diminuir o tempo de duração com o emprego imediato dos equipamentos e da matéria-prima e a rápida colocação do produto no mercado; reduzir ao mínimo o volume do estoque da matéria-prima em transformação; aumentar a capacidade de produção do homem no mesmo período (produtividade) por meio da especialização e da linha de montagem. O operário ganha mais e o empresário tem maior produção
Quando pensamos no processo da  globalização (que começou há cem anos atrás), podemos perceber o impacto que ela gera nas nossas vidas e no nosso planeta. As sociedades (sejam centrais,periféricas ou semiperiféricas) ,e quem  sofre mais com essa globalização sãos as pessoas menos instruídas, miseráveis e que moram principalmente nas periferias das grandes cidades.É importante lembrar que muitas destas famílias de classe pobre a miserável só estão nestas condições devido aos fatos históricos acontecidos.
Com a evolução humana  e a globalização nasce o capitalismo, que reorganiza as bases do mundo trabalhista que o fundamental é o acumulo de poder e dominação, segundo I.Wallerstein “"o acúmulo de capital requer uma evolução contínua na organização da produção".
Devido a tais  conseqüências temos um processo de produção no qual: a padronização cede lugar a uma grande variedade de produtos (a atração está no diferente); o controle de qualidade está presente em cada ritmo e seqüência do processo, pois com a ampliação da concorrência ganha quem conquista o ISO (certificado de qualidade) ; e, os grandes estoques deixam de existir (a cada dia a mídia gera novas necessidades de consumo). No mundo do trabalho, o multifuncional ocupa o lugar daquele que domina apenas uma tarefa; o treinamento é supervalorizado; a criatividade do trabalhador é incentivada, e a liderança participativa rompe com o comando autoritário.Ideologias que até hoje são herdadas do Taylorismo, Fordismo e Toyotismo.
    
O mercado de trabalho precisa se adaptar ou as dificuldades iram aumentar mais ainda para os que procuram um espaço e as palavras buscadas são: produtividade, competitividade e lucratividade. Mas esta adaptação está sendo feita com um custo social bastante elevado e conseqüências imprevisíveis para as próximas décadas.
Com isso o emprego temporário cresce pois não existe profissional capacitado pois sua condições de capacitação são poucas e não conseguem emprego e são obrigados a vender sua força de trabalho por uma miséria que na maioria das vezes nem supre suas necessidades básicas. Quem domina a globalização é principalmente os grandes políticos e os poderosos, que na maioria das vezes estão com a dominação das grandes empresas, as mesmas que alimentam o capitalismo.
Então o fato é que o trabalho se desvaloriza pois com mais dominação do trabalho menos condição de capacitação existe a automatização do trabalho, nascendo existe a possibilidade de reduzir a mão de obra humana por maquinas o desemprego cresce e a falta de profissionais para ocupar vagas de auto escalão diminui. Com esses faltos a tecnologia aumenta e o trabalho que se diz assalariado retorna quase que o trabalho escravo pois suas  contas ficam para o outro mês e outro mês, ocasinado então talvez  em um problema social chamado de “marginalidade”, onde o cidadão procura suprir suas necessidades roubando e cometendo pequenos delitos, termo utilizado pelos órgãos de segurança nacional.
O processo de globalização nasce para desvalorizar a mão de obra humana e congestionar a própria vida humana pois o poder de poucos faz uma dominação da maioria.

     Com o desenvolvimento da produção de automóveis nos EUA que priorizava a produção em massa, sistema Fordista que necessitava de um  grande capital, o Japão teve que criar um sistema mais eficiente.
Recém chegado da segunda guerra mundial o Japão não tinha o mesmo poder que os EUA tinha, então teve que adaptar-se com o que tinha e com isso nasceu o Toyotismo.
O Toyotismo foi e é uma melhoria no sistema Toyotista e Fordista, foi criado na Toyota Motors e o seu grande idealizador foi Taichii Ohno.
A  sua idéia foi automatizar o processo de produção e guardar produtos que já estavam produzidos e também as matérias primas e seus objetos de produção. Esta idéia se chamava Just in Time ou Kanban, mais conhecido  pelas os industriários (assim como eu), Ohno  criou também ferramentas pra melhorar a produção evitar o desperdício e melhorar os sistemas de produção.
Podemos citar algumas destas ferramentas como:os 5S’s, são sistemas adaptados para a fabrica onde se organiza e melhora a rapidez no trabalho dos operadores, temos também o SIX lean, Kaizen dentre outros.
Com a automatização do trabalho a forma de alienação e dominação dos operários foi crescendo e cresce até hoje, eles são pressionados a produzir mais que o outro afim de um aumento significativo da produção e do trabalho. A força ideiologica que faz os operários trabalharem exaustivamente é o excesso de mão de obra desqualificada no mercado de trabalho.
Com a crise do petróleo principalemte fez com que as organizações que aderiram ao toyotismo tivessem vantagem significativa, pois esse modelo consumia menos energia e matéria-prima, ao contrário do modelo fordista. Assim, através desse modelo de produção, as empresas toyotistas conquistaram grande espaço no cenário mundial

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